terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CATIVEIRO

Cativeiro é um local onde se mantém alguém em carcere privado. No caso dos negros escravos, o cativeiro era geralmente a senzala(WIKIPEDIA).
A criação de animais em cativeiro pode levá-los a apresentar comportamentos não tão naturais quanto aqueles apresentados em natureza, uma vez que o cativeiro oferece aos animais um ambiente diferente daquele para o qual eles estão adaptados.(FUNDAÇÃO PARQUE ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO).

Ainda que a escravidão foi banida pela Lei Áurea, há mais de cem anos atrás, ainda existem rincões neste Brasil afora que amargam resquícios desta prática deplorável. Mas a humanidade já evoluiu bastante. O próximo passo agora é acabar com a escravidão dos animais. Mas aí existe um grande obstáculo.

O problema é que, estranhamente, o conceito muda quando é prática comum de pessoas com devaneios puramente egoístas, na contramão dos princípios morais. Para alguns (ou muitos), criar animais em cativeiro é uma forma de ajudar na preservação destas espécies ou, de forma mais absurda, para que sejam apenas animais de estimação.
Será que é isso mesmo? Não seria melhor unir os esforços na preservação dos habitats naturais, grandes áreas onde estes mesmos animais se sentiriam LIVRES? Não é melhor estimar pessoas - princípio do primeiro mandamento do cristão - que já são escravizadas pela exclusão social?

Será que domesticar animais não é uma forma subliminar de prender os mesmos, para que fiquem à disposição do "dono", da mesma forma que ficavam os negros da senzala?
Será que um canário confinado não deve prestar serviços de assobiar para seu "dono"?
Será que um cachorro (lobo domesticado), que teve seu território demarcado pelo homem agora, que deve abanar seu rabinho incondicionalmente, não perdeu sua liberdade?
Será possível criar todos os animais, ameaçados de preservação, em cativeiro?...

Nós precisamos rever urgentemente os componentes do nosso caráter... pois HIPOCRISIA é exatamente isso: princípios e conceitos mudam de acordo com a conveniência, conforme a máscara da sociedade que nos cerca!
Penso que nenhum animal, seja qual for a espécie, não foi concebido para ser criado em cativeiro...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A BESTIALIDADE DA RAÇA (HUMANA?)

Ando estarrecido com alguns desvios de comportamento... se bem que, às vezes, penso que o meu padrão é que está "fora da casinha"... A seguir, algumas aberrações:

- Padre dá hóstia a cachorro numa igreja no Canadá ==>
http://www.jornalmundogospel.com/2010/07/padre-da-hostia-a-cachorro-e-irrita-fieis/

- Menino de sete anos e seu animal de estimação: uma cobra "píton" gigante ==>
http://concentradonainformacao.blogspot.com/2010/01/menino-de-sete-anos-tem-como-seu-animal.html

- Spa luxuoso, com divã para terapia, venda de terninhos ... para animais! ==>
http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIR162728-5027,00.html

- Funcionários da prefeitura são flagrados urinando no meio da rua ==>
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/05/07/tecnicos-da-prefeitura-sao-flagrados-urinando-na-rua-durante-operacao-em-copacabana-755743464.asp

- Policiais invadem acampamento sem-terra e agridem crianças, mulheres e idosos ==>
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=6393

Calma, leitor... são apenas fatos isolados, é lógico que a expressão "o bicho virando gente e gente tá virando bicho" é apenas um devaneio, uma bestialidade de pensamento ... Viva a Raça (Humana?) ...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

SEMPRE TEM UMA OVELHA NEGRA ...

Em todos os grupos, associações, reuniões de pessoas, redes sociais, sempre tem...

- Na festa de confraternização, sempre tem aquele problemático ... ou com complexo de inferioridade, ou dizendo-se injustiçado, ou porque não consegue 'pegar as mina' ...e aí bebe todas e faz fiasco, passa vergonha perante todos seus amigos... sempre tem!!!
- Na viagem com um grupo de amigos, sempre tem aquele "motorista" ... ou que diz que sabe qual é o caminho mais rápido, ou que sabe dirigir melhor a 160 km/h, para se mostrar ou só pra chegar antes, botando em risco a vida de todos os seus amigos... sempre tem!!!
- Na rede social, sempre tem aquele que "comenta" tudo ... ou que sempre tem razão, ou que quer denegrir alguém e se esconde atrás de um pseudônimo, ou que quer mostrar que está "antenado" com tudo o que "passa" na rede, um tremendo chato ... sempre tem!!!
- Nas discussões, sempre tem aquele que não quer ceder, que ameaça todos com o seu ar superior, que pensa que é mais culto ou que está acima do bem e do mal, muitas vezes usando de seu "podre poder" para mostrar que é um "baita" velhaco ... sempre tem!!
- Na sociedade, sempre tem aquele que adora aparecer na mídia, nas páginas centrais dos jornais, nos holofotes, nas estatísticas das cirurgias estéticas, frequencias de academias, só pra ficar com o "corpo em evidência", até porque a alma já foi ... sempre tem!!
- Na crença, sempre tem aquele que não falta em nenhum culto/missa, em todo momento demonstra ser missionário da fé, mas que quando ninguém tá olhando ou apropria-se do bem alheio, ou pratica pedofilia, ou seja, esconde que é o verdadeiro capeta ... sempre tem!!

Não sei porque, mas de uma forma chula, são chamados de "ovelhas negras" ... lamentavelmente. As ovelhas negras não tem nada a ver com isso!

Então, que bom que tem também os SIMPLES, FELIZES, DE CARÁTER, DIGNOS DE SEREM CHAMADOS DE IRMÃOS DE FÉ, cujos sorrisos trazidos no rosto expressam total CONFIANÇA e isso não tem preço!! Que bom que tem um outro lado na moeda, de verdadeiros seres humanos. Muitas vezes, são estes que são considerados "ovelhas negras" (expressão que deveria ser banida, pois tem conotação racista).

Nem me preocupo mais, pois sei que tem muitas ovelhas negras por aí com coração puro!! Eu sei que tem!! SEMPRE TEM!!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

RELAÇÕES HUMANAS AMEAÇADAS?

 Vestibular Unioeste: Direito é o curso mais concorrido em Mal.Cdo.Rondon
Fonte: www.opresente.com.br/caderno.php?id=7819

 Direito é o curso mais concorrido do Vestibular 2011 da UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná)
Fonte:
www.vestibular.brasilescola.com/noticias/direito-curso-mais-concorrido-vestibular-2011-uenp.htm

 Direito matutino é o curso mais concorrido na Universidade Federal do Maranhão
Fonte: www.ufma.br/noticias/noticias.php?cod=99

 Direito é o curso mais concorrido no Vestibular Presencial 2011 da Unitins (Universidade do Tocantins)
Fonte: http://juventudenoticiaemacao.blogspot.com/2010/12/direito-e-o-curso-mais-concorrido-no.html

 Direito é curso mais concorrido no Vestibular da UFS (Universidade Federal de Sergipe), passando, pela primeira vez, o curso de medicina...
Fonte: www.cinform.com.br/noticias/111020108193741688/direito+e+curso+mais+concorrido+no+vestibular+da+ufs+.html

* - * - * - * - * - * - * - * - * - * - * - * -

Após uma leitura dos processos seletivos para o ingresso aos cursos em 2011, percebe-se que a demanda pelo Curso de Direito está crescendo muito; em algumas universidades, a procura por este curso já é maior do que pelo Curso de Medicina. Obviamente, o jovem opta por aquele devido o fato de que o bom profissional de direito é muito bem remunerado, principalmente se passar em concurso público na área. No entanto, pode ser também que o alto índice de procura por este curso possa refletir outra realidade, não tão visível para alguns: o relacionamento humano está ficando mais difícil. Conflitos entre patrões e empregados, descasamentos, desrespeito no trânsito, desentendimentos nas relações comerciais, enfim, tudo é motivo de “processo”, em detrimento ao “diálogo”. Será que só temos direito e não obrigações? Será que, num futuro próximo, para humanizarmos as relações, precisaremos criar um Curso de Deveres?

sábado, 19 de junho de 2010

DIREITO E IGUALDADE SOCIAL

Jean Jaques Rousseau analisa o progresso da desigualdade na humanidade, presente em três etapas: a primeira caracterizar-se-ia pela fundação da lei e do direito de propriedade; a segunda, na instituição da magistratura (direito também) e a última na transformação do poder legítimo em poder arbitrário (direito novamente). Segundo este autor, a condição de rico e pobre teria sido autorizada pela primeira época, a de poderoso e fraco pela segunda e de senhor e escravo pela terceira. Fundamentalmente, o Direito deve apostar na desigualdade para poder atuar. Sustenta Rousseau, assim, que a desigualdade, sendo quase nula no estado natural, tira a própria força e o próprio incremento do desenvolvimento das nossas faculdades e do progresso do espírito humano, tornando-se por fim, estável e legítima para a instituição da propriedade e das leis, princípio elementar do Direito. Desta forma, conclui o autor, que a desigualdade moral, autorizada apenas pelo direito positivo, é contrária ao direito natural. A distinção determina com suficiência o que se deve pensar a respeito da espécie de desigualdade que reina entre todos os povos civilizados, que seria contra a lei natural, precisamente o fato de que “um menino comande um velho, que um imbecil guie um sábio e que um pequeno grupo de homens tenha coisas supérfluas em abundância, enquanto a multidão faminta não dispõe do necessário.
Immanuel Kant, em relação à eqüidade, reconhece que o direito estrito é uma injustiça. Contudo, afirma que essa injustiça não pode ser corrigida por meio do direito, por mais que se refira a uma questão de direito, “porque a reclamação que se funda na eqüidade somente tem força no tribunal da consciência, ao passo que a questão de direito é discutida no tribunal civil”. Logo, o Direito é controverso quando tenta se sustentar em aspectos mais íntimos do ser humano, como a igualdade plena, levando-se o conceito de que todos são iguais perante Deus na sua essência.
Jacques Derrida, filósofo francês da atualidade, aponta na necessidade de desconstrução de uma rede de conceitos conexos, como propriedade, intencionalidade, vontade, consciência de si mesmo, etc. Este autor defende a tese de que “em nenhum momento se pode dizer presentemente que uma decisão é justa ou que alguém é justo... em lugar de justo, se pode dizer apenas (muitas vezes em contraposição ao justo) de que é legal ou legítimo, de conformidade com o Direito, com regras e com convenções que autorizam um cálculo, mas cuja origem não faz mais que distanciar o problema da justiça”.
É possível então, de alguma forma, humanizar e socializar o Direito para buscar a equidade e justiça social, na própria contramão da história do mesmo Direito?
Para Alf Ross, é possível, pois a exigência formal de igualdade não exclui uma diferenciação entre pessoas que se acham em circunstâncias distintas. Assim, as diversas formulações de justiça, para grupos ou contextos diversos incluem, além da idéia de igualdade, um padrão de avaliação: 1)a cada um segundo seu mérito; 2) a cada um segundo sua contribuição à sociedade; 3) a cada um segundo sua própria necessidade; 4) a cada qual segundo sua capacidade; 5) a cada um segundo sua condição humana. Ressalta Ross que, pela primeira fórmula apontada, o critério é dado pelos méritos morais ou o valor moral de uma pessoa e a idéia de justiça exige uma relação proporcionada entre mérito e destino – neste mundo ou em outro. Pela segunda fórmula, sustentada pelo socialismo marxista, o fator de avaliação é a contribuição que cada pessoa faz à economia social. Pela terceira e quarta fórmulas, aplicadas conjuntamente pela teoria comunista, cada qual deverá contribuir de acordo com sua capacidade e receber de acordo com suas necessidades. Finalmente, pela quinta fórmula, tem-se um princípio aristocrático de justiça que tem sido utilizado para justificar distinções de classe social.
Numa sociedade fundamentalmente capitalista (e o capital já é o princípio básico da desigualdade), será que pesam estes padrões de avaliação para o jurista?

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Professores não sofrem de estresse ou depressão, eles sofrem da Síndrome de Burnout

O esgotamento psicofísico do organismo (burnout), representado como um colapso nervoso, é uma síndrome psicológica de exaustão emocional com reduzida percepção de satisfação, baixo nível de motivação e desinteresse pela atividade e, por mais que esforços pessoais sejam frequentes para melhorar o desempenho, geralmente são ineficazes e há uma queda significativa do mesmo.
Um dos principais fatores encontrados da origem do burnout é a falta de controle sobre o trabalho. Faz-se necessário, ainda, acrescentar que, nos territórios da Educação, a Síndrome de Burnout adquire aspectos mais complexos, pelo fato de agregar valores oriundos dos sistemas de educação que se alimentam de perspectivas utópicas que interferem, diretamente, no trabalho do professor.
Currículos, diretrizes, orientações e demais processos burocráticos acabam por disseminar discussões que sempre acabam acumulando estresse nos processos de ensino e aprendizagem e, consequentemente, envolve o professor e sua práxis. A sociedade, por sua vez, transfere responsabilidades extras ao professor, sobrecarregando-o e inculcando-lhe papéis que não serão desempenhados com a competência necessária.
Não há dados sobre a incidência da Síndrome de Burnout no Brasil, mas os consultórios médicos e psicológicos registram um constante aumento do número de pacientes com relatos de sintomas típicos da Síndrome.
O termo síndrome de Burnout resultou da junção de burn (queima) e out (exterior), caracterizando um tipo de estresse ocupacional, durante o qual a pessoa consome-se física e emocionalmente, resultando em exaustão e em um comportamento agressivo e irritadiço.
É importante observar que o problema é sempre relativo ao mundo do trabalho e que a doença atinge pessoas sem antecedentes psicopatológicos. A Síndrome afeta especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato próximo com outros indivíduos e, dos quais, se espera uma atitude solidária com a causa alheia. É o caso de médicos, enfermeiros, psicólogos, professores, policiais.

Os principais características da Síndrome de Burnout:
SINTOMAS EMOCIONAIS: avaliação negativa do desempenho profissional, esgotamento, fracasso, impotência, baixa auto-estima.
MANIFESTAÇÕES FÍSICAS OU TRANSTORNOS PSICOSSOMÁTICOS: fadiga crônica, dores de cabeça, insônia, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquicardia, arritmias, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, lapsos de memória.
ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS: maior consumo de café, álcool e remédios, baixo rendimento pessoal, cinismo, impaciência, sentimento de onipotência e também de impotência, incapacidade de concentração, depressão, baixa tolerância à frustração, ímpeto de abandonar o trabalho, comportamento paranóico e/ou agressividade.

É preciso deixar claro que a Síndrome de Burnout não deve ser confundida com estresse ou depressão. No primeiro caso, o aparecimento dos sintomas psicossomáticos (dores de cabeça, insônia, gastrite, diarréia, alterações menstruais) sugere muito mais um estresse ocupacional crônico, algo que os estudiosos do assunto definem com tentativa de adaptação a uma situação claramente desconfortável no trabalho.
Em relação à depressão, chegou-se a cogitar uma sobreposição entre Burnout e depressão, no entanto, tratam-se de conceitos distintos. “O que ambos têm em comum é a disforia, o desânimo. Todavia, avaliando-se as manifestações clínicas, encontramos nos depressivos uma maior submissão à letargia e a prevalência aos sentimentos de culpa e derrota, enquanto nas pessoas com Burnout são mais marcantes o desapontamento e a tristeza. A pessoa que vivencia o Burnout identifica o trabalho como desencadeante deste processo”, explica Adriana de Araújo.
Na realidade, o ritmo acelerado e as tensões no trabalho existentes atualmente, por si só, não desencadeiam a Síndrome. “O desgaste com rotinas extenuantes, horas extras e cobranças de chefias constituem a regra quando o assunto é trabalho nos dias de hoje”, afirma a hipnoterapeuta ericksoniana Adriana de Araújo.
O ambiente de trabalho e as condições organizacionais são fundamentais para que a Síndrome se desenvolva, mas a sua manifestação depende muito mais da reação individual de cada pessoa frente aos problemas que surgem na rotina profissional. A sensação de inadequação na empresa e o sofrimento psíquico intenso desembocam geralmente nos sintomas físicos, quando não dá mais para disfarçar a insatisfação, porque ela afetou a saúde.
O tratamento da Síndrome de Burnout é essencialmente psicoterapêutico. Mas, em alguns casos, pode-se lançar mão de medicamentos como os ansiolíticos ou antidepressivos para atenuar a ansiedade e a tensão, sendo sempre necessária a avaliação e, no caso medicamentoso, a prescrição feita por um medico especialista. “No processo psicoterapêutico, além do enfoque individual para o alívio das dificuldades sentidas, é necessário a reflexão e um redimensionamento das atitudes relativas à atividade profissional, objetivos de vida e cuidados com a auto-estima e com sentimentos mais profundos de aceitação”, defende Adriana de Araújo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Em Terra de Grampos e Câmeras de Vigilância, Pagamos o Preço!!

A Tecnologia da Informação trouxe muitas inovações, tanto para as organizações quanto para os cidadãos, apesar de que muitos a usam por questões de status. De qualquer forma, os brinquedinhos modernos têm causado profundas mudanças de comportamento, em todas as áreas do conhecimento humano. Na questão da Segurança Pública não é diferente.
A cada dia percebemos mais e mais investimentos para a prevenção de diversas práticas ilícitas, mas o que mais chama a atenção é o fato de se registrar o fato e só depois desmascarar os envolvidos. Esse é o ponto de calorosos debates sobre a velha e obsoleta "invasão de privacidade". De fato, existem pessoas inescrupulosas que utilizam a tecnologia para literalmente invadir a vida alheia e, com isso, roubar informação (na era do conhecimento, é o que realmente vale). Mas penso que, apesar de todas as adversidades, o sistema de vigilância por câmeras é e será a maior garantia de lisura do cidadão e, ao mesmo tempo, a prova inegável do cometimento de um crime ou contravenção. Esta maneira de fiscalizar a segurança pública é representada pelo dito popular: "quem não deve, não teme".
Notadamente as câmeras de vigilância podem contribuir de diversas formas na administração pública, não só em questões de coibir práticas ilícitas ou abusivas, mas também como processo de gestão da vida e patrimônio públicos, em diversos problemas ou demandas sociais. Na minha simplicidade como professor, tenho defendido a seguinte idéia: se a tecnologia pode substituir o trabalho humano, ela deve fazê-lo, pois o homem não merece, não foi concebido para fazer trabalho de máquina, sua inteligência, criatividade e capacidade de inovação não pode ser desprezada e a "conversa-mole" de que a tecnologia vai tirar o emprego de muita gente é hipocrisia, é falta de vontade no trilhar de um admirável mundo novo.